Tempo de viver, mas um viver de doação, partilha, união, e amor muito amor.
Tempo de lembrar de um homem, sim um homem pois ele veio como um de nós, só que não era como nós, ele nos mostrou o caminho do amor, da partilha, ensinava o verdadeiro sentido do jejum que não é só de alimento mas sim do viver, do agir, do perdoar, do se doar.
O nome dele era Jesus, filho de Deus, um rei sem cedro, sem coroa nem manto, de uma simplicidade tão grande, um amor imenso pelo seu povo que chegou a doar a sua vida e morrer em uma cruz.
Humilhado e machucado não negou sua fé e a que veio, pois ele veio para livrar seu povo da e ensinar o verdadeiro amor que é dar a própria vida por seu semelhante.
Então a Quaresma é um tempo para repensar nossos valores, o que estou fazendo por meu irmão.
É um tempo do jejum da ganância, da hipocrisia, do ódio, das mágoas, da falta de amor, é tempo sim de amar, doar, partilhar, é tempo sim de continuar o ano todo a pensar no irmão que passa fome, que está nas ruas sem um abrigo, de pensar nas crianças que não tem um lar, enfim é um tempo para pensar.
Todavia temos no decorrer deste tempo de tristeza, uma dose de alegria, um momento de júbilo, onde a cor litúrgica é rosa, é o chamado Domingo da alegria.
A origem da cor está relacionada as bênçãos das rosas, de início tratava-se de rosas naturais, este domingo situa-se próximo do início da primavera do hemisfério norte e por isso os cristãos tinham o costume de presentear-se com as rosas da estação.
Tanto no Advento quanto na Quaresma temos o domingo chamado domingo da alegria.

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